Os fãs de Battlestar Galactica devem ter ficado bastante excitados com esse spin-off, e eu, apesar de não me considerar um fã completo de BSG, também fiquei ansioso. O primeiro capítulo foi ótimo, pois pude ver detalhes da mitologia de BSG que não apareceram na série original. Descobri costumes dos Taurons, uma ou duas coisas religiosas, a existência de um russian-mafia-like grupo criminoso e algumas outras coisas.
O lance dos Soldados do Um (ou Soldiers of The One – SDO), do terrorismos religioso, e principalmente a origem dos Cylons me prenderam bastante atenção. São fatores que me prendem a atenção, mas… todo o resto é chato. A atmosfera é inovadora, meio pesada, mas é chato. Não sei porque, mas tá chato.
Eu me sentei para assistir os três últimos episódios de uma vez só, e só consegui assistir “Reins of a Waterfall” e “Gravedancing”, e neste último eu já sentia uma ânsia que o episódio terminasse logo. Enfim, dei uma pausa, fui fazer outras coisas e voltei para assistir “There Is Another Sky”, mas não consegui ir até o fim, pois ficou muito moroso, sei lá… Isso não deveria ter acontecido, mas aconteceu.
Não sei porque, mas talvez tenha haver com o fato de eu ter provado de uma ficção científica mais pura, a.k.a Star Trek, e meu gosto tenha ficado mais apurado.
Antes de concluir, eu achei que a personagem Zoe Graystone possuía um rosto muito familiar, um rosto que me lembrava da palavra “vadia”. Domingo à noite tive uma visão de onde havia visto esse rosto que me lembrava da palavra “vadia”: ela fez o papel de cheerleader vadia e chorona Jordan em Terminator – The Sarah Connor Chronicles. O papel foi curto, pois ela pulou do prédio da escola e morreu depois de todas aquelas pixações mostrando ela se agarrando com o diretor da escola.
- Alessandra Torresani como a cheerleader vadia Jordan Cowan.


